“A Ilha dos Dedos Tortos”

2015-10-21 - FB

por Dan Souza

Piratas, lançar âncoras!

Saudações, capitães. Bons ventos os trazem aqui!

Danilo, RA (Relações com Artistas) da SANTO ANGELO falando. Começo de forma descontraída esse texto, pensando no tema dos posts anteriores nos quais se falou sobre “Confrarias”, começando pelo Célio Ramos e continuando com o Ozeias Rodrigues.

Durante minha vida profissional tenho observado o trabalho de outros RA’s e mesmo de empresários do nosso setor que se ocupam de “gerenciar” eles próprios um grupo de endorsees.

Tem de tudo: de Dream Team a Família de músicos. Menos né?

Não vou entrar no mérito das vantagens e desvantagens dessas confrarias, mas gostaria de explicar como nós, aqui na SANTO ANGELO, entendemos e cuidamos da nossa confraria ou cast de endoresees.

Sempre que ouço a palavra “confraria” me lembro do filme “Piratas do Caribe: No Fim do Mundo” e a reunião de Jack Sparrow com outros piratas. Apesar das divergências no começo, eles se acertam e focam no objetivo comum: afundar a armada de Davy Jones. Se ainda não assistiu, vale a pena rever o filme.

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Porém, o que mais me chamou a atenção – e juro que não é a batalha no redemoinho, que é bem legal – foi a parte da Ilha dos Náufragos, onde eles se reúnem, como um local de passagem, reabastecimento, troca de informações e acima de tudo (certa) segurança.

De lá saem grandes piratas e ideias.

E é dessa forma que me posiciono (falo pela SANTO ANGELO) para esse post, fazendo uma analogia do filme onde os piratas são músicos (com todo o respeito à nossa classe, uma vez que também sou músico) e empresas em ilhas como essa (o nome da ilha é inspirado naqueles acordes que você pensa que o dedo do músico vai cair).

Desde tempos onde as águas eram mais calmas, a SANTO ANGELO sempre deixou seu “ancoradouro” aberto, recebendo todos os tipos de “piratas” – nosso casting de artistas: dos mais experientes “lobos dos mares” até os marujos de poucas viagens.

A vontade é que a “Ilha dos Dedos Tortos” fosse um lugar de discussão e crescimento, porém, com data determinada para que os “piratas” levantassem âncoras. Mesmo em tempestades, os piratas com seus bags de rum… ops, de instrumentos, têm um lugar bem estabelecido para ficar.

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Muitos vieram e partiram com força renovada, prontos para encararem os maiores desafios dos oceanos musicais. Outros decidiram ficar, tornando-se parte do Conselho da Ilha, piratas de tão alto grau e com vontade de compartilhar conhecimento de forma amistosa, que inspiram os novos que chegam. Alguns são fugazes, pois melhoraram seus navios e partiram para novos mares. Nosso maior orgulho é ter descoberto e incentivado esses desbravadores – novos talentos – a seguirem carreira dentro da música.

Todos os tipos de piratas são bem vindos à Ilha.

Nosso formato de confraria – cast de artistas – ajuda seus confrades – músicos – a superar desafios. Trocando opiniões como por exemplo novos canhões do barco (pick-ups para a guitarra), uma parceria para dominar um convés (ou participar de um show) ou mesmo quais sábios procurar para melhorar sua atuação no leme (a busca de um professor ideal). Enfim, essas são apenas algumas coisas que a confraria da SANTO ANGELO pode fazer pelos seus membros.

E o mais interessante de tudo isso é que a contribuição que cada um, impulsionada pela força do grupo, faz para o ofício do pirata (ou do músico) e para a conquista de novos mares e a descoberta de segredos guardados por colossais monstros marinhos (àqueles que acham que sabem tudo e se dizem “melhores que os outros”).

Isso agrega e abre espaço para mais gente, concorda?

Outro efeito que percebo é que, quanto mais os navegantes se firmam como verdadeiros profissionais, o medo alheio aumenta, ou seja, são mais respeitados pelas outras profissões.

Por que será que curandeiros – médicos – são reconhecidamente mais populares? Pelo valor que a sociedade atribui a eles e pela união desse grupo. Ou seja:

Quanto mais unidos, mais se consegue evoluir.

E esse é o meu intuito, meus nobres capitães: mostrar que nossa confraria trabalha de maneira a trocar experiências, abrir novas rotas, portos e por fim, melhorar a navegação de todos nós.

Afinal, é pensando antes de escolher que chegamos mais longe (como diz nosso novo Slogan “Quem pensa, prefere SANTO ANGELO”).

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Não dependa só do vento, faça as velas da sua carreira trabalharem para alcançar seus objetivos junto com uma boa bússola e seus confrades.

Ahoy, amigos!