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Negócios digitais: uma opção feminina de carreira?

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Olá pessoal, tudo bem?

Tocar guitarra e viver da Música não é fácil, como muitos contam por aí. Sabemos que o mercado é dominado pelo universo masculino e para uma mulher se posicionar como guitarrista é ainda desafiador sem falar de muita coragem. Uma de nossas endorsees, a Isa Nielsen, gravou um depoimento sobre os obstáculos e barreiras ao escolher a música como profissão. Peço que assistam ao vídeo antes de seguir com a leitura do post.

Chocante, não é? Mas saídas existem.

A realidade do mercado musical não é diferente de outras áreas e carreira, mas como empreendedores, precisamos buscar caminhos para tirar os projetos do papel e colocá-los em prática.

No Brasil, apesar de as mulheres já serem maioria entre os novos empreendedores, é muito mais comum ver homens em posições estratégicas nos negócios digitais, as famosas startups que vimos falando nos posts anteriores. Será que as musicistas não se dariam bem nesse novo ambiente?

Publicamos recentemente aqui no blog, se não viu veja aqui sobre o Spotify, atualmente o maior streaming de música do mundo, foi fundado na Suécia por dois homens. Esta ideia poderia ser de uma mulher ou de um grupo de mulheres, por que não? Talvez, por falta de espaço ou incentivo de familiares, amigos e sociedade. Se você conhece alguém do gênero feminino, ou é mulher, o que mais precisa para levar a idéia de uma startup para frente?

 Ah… ainda está com dúvidas de como prosseguir?

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Entre em contato com a Rede Mulheres Empreendedoras, acesse aqui e preencha o seu perfil e cadastre seu negócio ou projeto para ter acesso a conteúdos, dicas, eventos e fóruns de discussões. Além disso, nesse website existem várias oportunidades de conhecer mulheres que compartilham experiências empreendedoras para ajudar outras mulheres a desenvolver novos projetos.

Um exemplo para se inspirar é o programa #40Forward, do Google for Entrepreneurs, que oferece apoio e investimentos de US$ 1 milhão a 40 organizações parceiras que estejam aumentando a representatividade das mulheres empreendedoras em suas comunidades de startups.

Junte uma ideia simples com uma dose de empreendedorismo!

Está achando que é difícil? Conheça nesse link 8 startups comandadas por mulheres. Dentre elas, destacamos o case a seguir:

Conhece aquele hábito antigo de pedir algo emprestado, principalmente para o vizinho, um item em especial: Açúcar? Pois é, o que para alguns seria apenas um hábito, para Camila Carvalho foi um caminho para o sucesso.

 Conheça a empreendedora:

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Camila, fundadora da plataforma de compartilhamento “Tem Açúcar”, carioca de apenas 25 anos de idade, uniu em um só lugar: boa vontade, senso de comunidade e colaboração com um toque feminino.

O cenário para este tipo de negócio seria adverso, pois vivemos em tempos de consumismo exacerbado. Porém, estava convencida que sua ideia valia o esforço. O objetivo foi fomentar empréstimos e, de quebra, ainda resgatar as boas relações entre vizinhos e comunidade.

Ao apostar em uma rede colaborativa de ajuda mútua, a startup oferece uma solução simples e sem custo para boa parte das necessidades do cotidiano e, quem sabe, conscientizar o maior número de pessoas sobre a economia colaborativa. A strartup é um fenômeno de audiência com milhares de cadastros em diversas cidades do país.

Como surgiu este sonho:

Segundo a idealizadora, o sonho de conectar as pessoas da vizinhança e ao mesmo tempo contribuir para redução do consumo surgiu a partir de suas próprias angústias. Ela trabalhou alguns anos como modelo e conheceu países com diferentes realidades econômicas, entrando em contato com um nível de grande desigualdade social. Quando retornou ao Brasil, foi estudar “Design em Sustentabilidade” no Gaia Education. Aí, a ideia de empreender começou a ganhar força.

O funcionamento do “Tem Açúcar” é fácil e rápido. Após se cadastrar, o usuário decide o raio de distância em que pretende interagir e lista os itens que gostaria de emprestar ou doar, como por exemplo: roupas, eletrodomésticos, acessórios, o que tiver vontade. O sistema pergunta aos vizinhos se alguém pode ajudar e quando alguém se manifesta, o site coloca as duas pessoas em contato. A partir daí, a comunicação segue por conta dos envolvidos, que combinam as condições do empréstimo.

 Interessada? Cadastre-se aqui

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Bacana essa história da Camila Carvalho, não é? Leia as outras 7 histórias do link indicado para perceber que caminhos existem para suas idéias musicais dentro dos negócios digitais.

Agora é com você: desenvolva projetos relevantes e busque a superação sempre, porque como diz uma das canções da banda “Engenheiro do Hawaii”:

Somos quem podemos ser.

Aqui vai uma dica para sua própria startup: converse com a Wings Up.

Abraços e até a próxima!

Lygia Teles, é Relações Públicas, formada pela Faculdade Belas Artes e pós-graduanda em Gestão de Marketing pelo SENAC-SP. Desde janeiro/16 integra a equipe de Marketing e Comunicação da SANTO ANGELO.