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Seguro morreu de velho, concorda?

Roubo (2)

Olá meu prevenido amigo, tudo bem?

No post anterior falei sobre a startup SerialBlocker, uma ideia disruptiva criada para proteger equipamentos e instrumentos musicais.Se ainda não viu, veja aqui.

Resumindo, essa plataforma possibilita o cadastramento de qualquer equipamento e/ou instrumento musical através do número de série e em caso de roubo, furto ou perda, gera alertas e torna os dados do instrumento mundialmente públicos, inibindo o comércio ilegal e aumentando as chances de recuperação.

 Mas será que só esse cadastramento permitirá a recuperação do instrumento ou equipamento furtado?

Essa foi a pergunta que recebemos após a publicação e, infelizmente, a resposta é NÃO. Para ter 100% de garantia devemos contratar um seguro de uma boa companhia para os equipamentos, instrumentos e acessórios musicais.

Se essa ideia nunca te passou pela cabeça, considere que seu instrumento musical é um grande aliado da sua carreira e tem um enorme valor afetivo, por isso nada é mais justo do que cuidar muito bem desse bem, certo?

Fui pesquisar e descobri que ainda não existe um seguro específico, no mercado brasileiro, para instrumentos e equipamentos no mercado.

Entretanto, é possível utilizar os seguros de riscos diversos e nessa modalidade estão enquadrados os instrumentos musicais.

Na maioria dos casos, os instrumentos e acessórios musicais possuem um alto valor agregado, além da questão emocional. Afinal, a guitarra dos sonhos pode facilmente custar o equivalente a um carro popular, não é?

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Portanto, mude seu mindset , já falamos nisso (nesse post) considerando que seguros não são dinheiro jogado fora, mas muito importantes para enfrentar qualquer eventualidade que possa acontecer, principalmente nos dias completamente conturbados que vivemos hoje, quando o índice de roubos é muito alto.

Portanto, o seguro de instrumentos e equipamentos de áudio pode ser utilizado por músicos, casas de show, igrejas ou qualquer outra instituição que os utilize.

Convencido da importância de um bom seguro?

O próximo passo é procurar e encontrar um corretor de seguros que possa te atender com profissionalismo e segurança. Não tem como fazer isso através de uma startup do setor, porque até agora (agosto/2017) não consegui encontrar uma já estabelecida que cuide desse tipo de seguro.

O ideal seria um corretor independe de seguros, ou seja, aquele que não trabalha exclusivamente para uma determinada companhia.

Não que eu tenha algum problema com esses últimos, mas um corretor independente poderá te dar várias opções de seguradoras sempre de acordo com suas necessidades e orçamento.

Você já conhece um bom profissional? Muito bem, o próximo passo é definir até onde a apólice de seguros pode cobrir.

Como assim? Afinal, o que o seguro cobre?

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  • Quaisquer acidentes decorrentes de causa externa;
  • Roubo e furto qualificados;
  • Impacto de veículos, aeronaves ou embarcações;
  • Incêndio, raio ou explosão de qualquer natureza;
  • Danos elétricos (quando contratada a cobertura acessória).

Quando se refere à cobertura total por outros casos, a grande maioria das seguradoras opta por aumentar o valor do prêmio (que nesse caso significa o quanto você deverá desembolsar pelo seguro).

Por isso, na hora da contratação é importante saber quais riscos não fazem parte da cobertura. Assim ninguém toma susto quando a conta chegar, certo?

Na maioria das seguradoras, os casos abaixo não possuem cobertura:

  • Furto simples, desaparecimento inexplicável ou simples extravio;
  • Queda, amassamento e arranhadura, salvo se decorrentes dos riscos cobertos;
  • Furto qualificado, roubo, extorsão, praticados contra o patrimônio do Segurado, praticado por seus funcionários ou prepostos, quer agindo por conta própria ou mancomunados com terceiros;
  • Curto-circuito, sobrecarga, fusão ou outros distúrbios elétricos causados aos dínamos, alternadores, motores, transformadores, condutores, chaves e demais acessórios elétricos, salvo se ocorrer incêndio, caso em que serão indenizáveis somente os prejuízos causados pelo incêndio consequente;
  • Negligência na utilização dos aparelhos, bem como na adoção de todos os meios razoáveis para salvá-los e preservá-los durante ou após a ocorrência de qualquer sinistro;
  • Utilização inadequada dos aparelhos segurados, seja por funcionamento em condições impróprias, seja por uso excessivo em relação a sua capacidade normal de trabalho.

E qual seguradora escolher?

Praticamente todos os grandes bancos e seguradoras do Brasil oferecem seguros para riscos diversos, no qual os instrumentos musicais se enquadram. O que você terá de fazer é analisar qual deles oferece as melhores condições de contratação ou vantagens junto com o seu corretor de seguros.

Se quiser fazer uma pesquisa por conta própria, de um “google” e compare em sites como o Seguro Auto: 

Qual a média dos custos para assegurar instrumentos/equipamentos?

O valor dependerá do valor venal do seu instrumento ou equipamento, além de toda aquela análise que é feita com o perfil do interessado.

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O ideal é fazer mais de três cotações com seu corretor e pesquisar sobre a idoneidade da empresa, checando as companhias nos sites de proteção ao consumidor, como por exemplo o Procon ou “Reclame Aqui”. Também já falamos sobre Direitos e Deveres dos Consumidores nesse post .

Tenho certeza que agora você está mais consciente em relação a importância de cuidar muito bem do seu grande parceiro de trabalho, não é mesmo?

Abraços e até a próxima!

Lygia Teles, é Relações Públicas e especialista em Gestão de Marketing pelo SENAC-SP. Desde janeiro/16 integra a equipe de Marketing e Comunicação da SANTO ANGELO.